quarta-feira, abril 11, 2007

Ridículo Coração



Sempre escravo da razão
Sem pulso, sem batida
Uma seca constrição
De tristeza, de ferida

Sem pulso, sem batida
Nessa circulação
De tristeza, de ferida
Não há sangue, nem vazão

Nessa circulação
Não tem átrio, nem ventrículo
Não há sangue, nem vazão
Há um coração ridículo

Não tem átrio, nem ventrículo
Há vazio de emoção
Há um coração ridículo
Sempre escravo da razão

Um comentário:

Aninha disse...

Que feio, hein?
Roubando os textos de Alê...
Não se fazem mais amigos como antigamente... TSC-TSC.
Vou dizer a ela, viu?
KKKKKKKKKKKK
Lindo!
Xero, te adoro!